A Terapia Floral, reconhecida e recomendada pela Organização Mundial da
Saúde (OMS), é um desdobramento da Medicina Vibracional, que leva em conta
não apenas o corpo físico, mas também corpos energéticos sutis associados a
este corpo físico. A Terapia Floral, bem como outras terapias conhecidas
como alternativas, entende que a alteração vibracional destes corpos
energéticos sutis, formadores da aura, resulta na cura do corpo físico.
As flores, consideradas a parte mais evoluída das plantas, têm na sua
essência vibrações correspondentes aos sentimentos humanos. A correta
aplicação dessas essências pode trazer ao ser humano equilíbrio, harmonia,
paz e felicidade.
Apesar de Remédios Florais, por atuarem no campo energético sutil do
indivíduo, não terem nenhuma outra contra-indicação, não excluem a
orientação de um Terapeuta competente.
Preparação, posologia e armazenamento
Edward Bach, médico inglês, desenvolveu um sistema de tratamento que amplia
a consciência e, conseqüentemente, evita a somatização. Era intenção do Dr.
Bach que o uso das flores como agente curativo estivesse ao alcance de
qualquer pessoa interessada em promover o seu bem-estar físico, emocional e
mental. Observou que em função de repressões, traumas, decepções, o ser
humano desencadeia processos dolorosos, como desequilíbrio de toda espécie.
Pelo método de Bach, em vez de cuidar do órgão desarmônico, trata-se a
personalidade que gerou o desequilíbrio. Quando a causa é eliminada, a
conseqüência (desequilíbrio) deixa de existir.
Nesse sentido, criou um método bem simples de extrair a força vital das
flores, que consiste na exposição ao sol da manhã por aproximadamente 3
horas das flores recém colhidas mergulhadas em água pura de fonte.
A água fica então impregnada com as propriedades energéticas daquelas
flores, devendo receber uma quantidade proporcional a 1/3 de conhaque como
conservante, formando então a tintura-mãe dessa essência floral.
Para a composição do remédio floral, serão usadas algumas gotas de uma ou
mais essências selecionadas para determinado caso. Por serem de natureza
vibracional, sem provocarem reações químicas no organismo, os remédios
florais não tem contra-indicações nem efeitos colaterais.
No caso de uma essência selecionada não ser aquela indicada ao paciente em
questão, o seu efeito será inócuo ao organismo. Normalmente, deve-se tomar
remédios florais de 4 a 6 gotas, por 4 a 6 vezes ao dia, 15 minutos ou mais
antes da ingestão de qualquer alimento para a não dispersão das propriedades
curativas.
Em caso de qualquer emergência, pode-se aumentar a freqüência das doses, sem
nenhum risco para o organismo.
Também pela sua natureza vibracional, os remédios florais não devem ser
colocados próximo a fontes de radiação eletromagnética, como aparelhos
eletrônicos ( microondas, TV, computador, etc. ), nem expostos ao Sol.
Explicação científica
A Terapia Floral, assim como a Homeopatia, a Acupuntura, a Cromoterapia, o
Shiatsu e outras, faz parte do que se conhece como Terapias
Vibracionais,
que leva em conta não apenas o Corpo Físico, mas também campos energéticos
sutis associados, ou melhor, superpostos a este corpo, conhecidos como Corpo
Emocional, Corpo Mental e outros. O conjunto destes corpos é, então, a
própria individualidade.
Esta Terapia considera que estes corpos interagem entre si, e que uma
alteração no Corpo Físico é sempre precedida por outra em algum dos corpos
sutis, sendo a doença uma somatização de alguma desarmonia ocorrida em algum
plano energético. A cura, então, consiste em harmonizar as vibrações dos
nossos corpos sutis, resultando, no nível do paciente, em saúde e bem-estar.
É importante salientar que os fenômenos que atuam nessas interações são
puramente físicos, de ordem vibracional; os princípios que regem esses
fenômenos são os mesmos da Física Elementar, e podem ser facilmente
compreendidos mediante certas analogias, como veremos a seguir.
O fenômeno que rege a interação dos corpos físicos e sutis é o da
ressonância, que é "a transferência de energia de um sistema oscilante para
outro quando a freqüência do primeiro é igual à do segundo" (Aurélio).
Uma maneira de situarmos as vibrações dos corpos sutis é nos lembrarmos do
espectro vibracional da natureza, onde estão incluídas as freqüências
baixas, como, por exemplo, as acústicas, até as muito altas, como as
eletromagnéticas (ondas de rádio e TV), as do espectro de luz visível (do
infravermelho ao ultravioleta), as de microondas e muitas outras. As
vibrações dos corpos sutis que envolvem o corpo físico também estão neste
espectro, e podem ser energizadas pelo fenômeno da ressonância ao contato
com vibrações de mesma freqüência, que, no caso da Terapia Floral, são
representadas pelas essências florais.
O trabalho do Dr. Bach ultrapassa o âmbito da descoberta do valor
terapêutico das essências florais, no sentido de que ele, antes de perceber
e aplicar a ação vibracional das flores, desenvolveu um método que relaciona
os estados afetivos e as doenças no corpo físico.
Como profissional de medicina com grande experiência, tendo atuado como
bacteriologista, homeopata, com muitos anos de prática clínica, auxiliado
por grande sensibilidade e intuição, percebeu que as pessoas não reagem
igualmente, tanto na evolução dos processos doentios, quanto no tratamento
deles.
Então, em vez de catalogar as doenças, resolveu classificar os doentes em
categorias relativas ao seu comportamento, realçando os seus aspectos
afetivos positivos e negativos.
Criou uma Terapia com o objetivo de tratar o doente e não a doença, curando
a causa e não os sintomas, visando a sua harmonia e saúde, por métodos
simples e naturais, integrando os diversos aspectos que compõem o ser
humano.
Para facilitar o estudo dos remédios florais, Edward Bach os separou em
grupos relacionados aos sentimentos em desarmonia.
Catalogou e desenvolveu os 7 ESTADOS DE DESARMONIA entre os aspectos
espirituais e mentais do "ser". São eles:
Com sinceros votos de muita paz a tudo e a todos, ficamos à disposição para
responder e esclarecer pontos relacionados a este tema.
Encerramos com saudações holísticas!
|